Another day in Paradise

The world is a book, and those who do not travel read only a page. (St. Augustine)

Melbourne

Este final de semana eu fui para Melbourne e posso dizer que as minhas impressões não foram as melhores, pelo menos as primeiras.

Tudo bem, não vou ser justo porque mal tive tempo de conhecer a cidade, mas pelo bem pouco que conheci, não gostei.

Cheguei numa sexta-feira, aluguei um carro no aeroporto Avalon, que alias, fica a 60 km da cidade. Peguei um trânsito de quase 2 horas. Ou seja, já quase perdi a minha manhã inteira. Chegando na cidade, pelo menos a minha impressão é que as placas foram feitas para as pessoas locais, porque eu mesmo, fiquei mó perdido mesmo tendo várias placas. Como eu tenho um problema de direção, não posso julgar muito mas a impressão que eu tive é que as placas não são muito bem “informativas”.

Como perdi a minha manhã inteira resolvi ir à algum lugar perto.

Phillip Island

Bem legal o lugar, dá para ver Koalas, Kangurus e até penguins. Não animei de ver os penguins porque era muito tarde e não se pode tirar fotos. Paisagens bem bonitas.

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No sábado resolvemos fazer uma viagem mais extensa e visitar algo mais turístico.

Great Ocean Road

A sensação de dirigir com a vista das praias do seu lado é indescritível. Foi uma das viagens de carro que mais tive prazer em fazer. Fomos em rumo aos 12 apóstoles, que são nada mais que um monte de pedra que o mar foi moldando no meio dele. Interessante, mas é uma viagem de umas 5 horas para, como diz o Anderson amigo meu, “só para ver umas pedrinhas”.

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No domingo fomos ver o que era a minha meta principal em Melbourne.

GP de Melbourne

Sempre tive a curiosidade de estar no autódromo para assistir a Fórmula 1. Não quis perder a oportunidade desta vez e fui ver o GP de Melbourne. Confesso que o calor de 39 graus me fez pensar muito no conforto da minha sala onde eu poderia estar tomando uma e assistindo a tv num lugar bem fresco. Chegamos as 8 da manha e a corrida era as 3:30. Ou seja, 7 horas torrando debaixo do sol… Haja protetor.

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Por um lado, foi uma experiencia bem legal. A sensação de ouvir aquele Vrrrrrrrrrrrrummmmmmmm passando do seu lado é algo sensacional.

Fazendo um resumo de tudo, como toda viagem que eu tenho feito aqui, lógico que valeu a pena… Mas fico devendo uma viagem a Melbourne com mais calma para poder fazer jus a fama que a cidade tem. :)

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Jervis Bay

Ontem cheguei de uma das trips mais legais que já fiz até agora.

Jervis Bay fica a mais ou menos 2 horas e meia pro sul de Sydney, passando por Wollongong e Kiama. O Jervis Bay National Park tem vários pontos onde você pode desfrutar de praias, que eu arrisco a dizer que se não é, é bem perto do paraiso.

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A trip mesmo foi uma aventura. Para aproveitar o Australian Day na segunda feira, resolvemos alugar um carro no sábado de manhã e pegar a estrada em direção à Jervis Bay.

Primeira parada, Wollongong. Não me recordo o nome da praia que ficamos mas deu pra dar uma surfada legal e dar uma relaxada. A ideia era chegar em Jervis Bay no final da noite, curtindo os picos que a gente passa. Tudo bem que é pertinho e não tem muitttaaa coisa pra fazer, mas mesmo assim…

Depois paramos em Kiama e resolvemos parar para almoçar no lighthouse. Bem bonito, dá pra ver a praia inteira da cidade, brinar com as gaivotas que te enchem o saco onde quer que você passe aqui na Australia (igual o filme procurando Nemo) e periquitos ou papagaios (sei lá?), vermelhos.

Descendo mais um pouquinho tem Seven Miles Beach, que são exatamente 7 milhas de extensão. Resolvemos parar para surfar um pouco também. A vista de cima é espetacular.

Chegamos no National Park por volta das 9 da noite, sem lugar para ficar, com uma barraca de 2 lugares onde teriam que dormir 4. Apesar de todos fechado, achamos um camping em Caves Beach que poderiamos dormir lá e pagar na entrada do parque na manhã seguinte. Pergunta se alguém pagou?

Caves Beach é muito bonito, água transparente. Muito bom pra fazer snorqueling perto das pedras no norte da praia.

Dai fomos andando de praia em praia, tentando visitar o maior numero de pontos possivel. Cada praia mais espetacular que a outra.

A noite mais uma aventura, achamos um outro camping em Green Patch, e fizemos a mesma coisa que em Caves Beach, mas lá é mais organizado. É numerado e os rangers de manhã patrola o lugar. Mesmo assim arriscamos e no final deu tudo certo.

Na segunda feira, antes de voltarmos, resolvemos dar uma volta em outras praias fora do National Park. Passamos por Callala Beach onde acabamos encontrando um grupo de golfinhos nadando não muito longe da areia. Depois fomos em Culburra Beach onde tinham boas ondas e resolvemos ficar o resto do dia por lá.

Anoitecendo, pegamos estrada mas desta vez viemos direto. Mais ou menos 3 horas de viagem, bem tranquila.

Agora é esperar pela próxima :P

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Pesquisa sobre viajantes

Achei essa pesquisa sobre os viajantes muito interessante no blog Turismo & Variedades. Resolvi republica-la.

A IATA divulgou os resultados de sua Corporate Air Travel Survey - na realidade uma pesquisa sobre tendências na utilização de ferramentas online em viagens aéreas -, que ouviu mais de 10 mil viajantes ativos. A pesquisa anual, mostra que os passageiros não só estão aceitando bem as opções de viagens que envolvem alta tecnologia, mas também estão demandando mais oportunidades para assumir o controle de suas experiências de viagens. Entre as conclusões estão:

89% dos viajantes participantes preferem e-tickets a paper tickets;

56% já experimentaram fazer check-in online; e

69% já utilizaram quiosques de auto-atendimento.

Quando perguntados se gostariam de ter mais opções de serviços self-service, 54% disseram que sim e as respostas positivas foram de participantes de todas as regiões do mundo:

64% da África e Oriente Médio;

57% das Américas;

53% da Europa, e

51% na Ásia-Pacífico.

Os participantes da pesquisa classificaram os serviços self-service que mais pretendem utilizar no futuro:

75% = online booking;

69% = alterações de reservas online;

61% = online check-in;

60% = serviços de notificação via e-mail;

58% = impressão de cartões de embarque em casa;

53% = uso habitual de self service check-in;

41% = remarcação de vôos perdidos ou cancelados;

33% = serviços remotos de entrega de bagagens; e

28% = assistência pós desembarque.

Os viajantes ativos que foram ouvidos na pesquisa da IATA também relacionaram as opções de auto-serviços adicionais - online e no portão de embarque -, que gostariam de ter (ou que fossem mais fácil de utilizar) em suas viagens freqüentes:

Serviços online:

82% = oportunidade de selecionar ou mudar de assentos;

55% = mudança de reservas;

49% = atualizar as informações de seu programa de viajante freqüente;

45% = comprar ou solicitar upgrades.

Serviços nos portões de embarque:

62% = possibilidade de obter last minute upgrades;

46% = possibilidade de mudar de assento à última hora;

27% = obteção de informações sobre transfer;

21% = acessar informações sobre o programa de viajante freqüente;

19% = possibilidade de despachar bagagem adicional.

Dizendo que os resultados mostram que os consumidores querem o aumento da oferta de novas tecnologias e que a eficiência que elas criam são críticas para uma indústria que precisa reduzir custos, a IATA informa ainda que a penetração global do electronic ticketing atingiu 98% e que será de 100% em 31 de maio de 2008. E também que 90 companhias aéreas já estão utilizando códigos de barra como boarding passes, que o uso habitual de quiosques de auto-atendimento é registrado em 80 aeroportos do mundo e que o sistema de gestão de bagagens através da tecnologia RFID está operacional em cinco aeroportos.

Fonte: Business Travel Magazine

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Thredbo 2007

Tardo mas não falho.

Demorei pra poder fazer um videozinho da viagem de Thredbo que fiz no começo de Setembro, mas ele saiu.

Confira agora os melhores momentos da nossa viagem. Eu, Filipe (De Angelis), Rodolpho, Roger e Portuga. Galerinha firmeza.

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Road Trip - Sydney to Cairns

Mês passado recebi uma ligação de um amigo meu Australiano, o Arthur, perguntando se eu estava interessado em fazer uma Road Trip de Sydney até Cairns em 7 dias. Após uma longa negociação com meu chefe acabei decidindo ir, afinal, desde que vir pra cá resolvi colocar como prioridade viajar e não perder oportunidades de poder fazer trips legais. Decidimos viajar eu, Arthur e Luciano.
De Sydney até Cairns são aproximadamente 2.700 km e tenho que admitir que 6 dias é praticamente nada se você quer aproveitar a costa. Ficamos mais na estrada do que aproveitando os picos da costa e de fato ainda quero reservar um tempo legal para poder viajar a costa denovo mas com tempo.

Vou contar um pouco do que fizemos e como foi a nossa viagem durante esses 6 dias. Antes de mais nada começando pelo transporte. Alugamos uma Campervan por meros $1,00 (UM) dolar por dia. Você deve estar achando que é brincadeira, mas visite Standbycars.com.au e vai descobrir que não tem nada de brincadeira e ainda te dão um tanque de gasolina. :P Você deve estar perguntando: Mas como assim, UM dolar? Bom, o negócio é o seguinte, pessoas alugam as campervans em outros lugares, por exemplo em Cairns e acabam devolvendo em Sydney, em vez de pagar um motorista pra levar ela de volta, o que vai acabar sendo mais caro pagando a gasolina e passagem de aviao pro motorista, comida e etc, acaba alugando ela por mero $1,00 dolar e a gente vai e devolve ela. A desvantagem disso é que a flexibilidade de dias é praticamente nula, tem que entrar no site e programar a sua viagem de acordo com a disponibilidade deles, mas por 1 dolar acho que vale a pena certo? :P A Campervan tem TUDO, mas TUDO mesmo, de fogão, microondas e pia até choveiro e privada.

Dia 1

Pegamos a van e saimos de Sydney por volta das 9:30, passamos em Taree para fazer compras, afinal, já que iamos ficar tanto tempo na estrada valia muito mais a pena fazer uma comprinha pra passar os 6 dias dentro da campervan do que almocar e jantar em restaurante embora a gente tenha feito isso eventualmente.

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Fomos direto para Port Macquarie, almoçamos na casa da mãe do Arthur, que é brasileira e seguimos para Gold Coast. Resolvemos pular Byron Bay porque decidimos que deveriamos aproveitar mais o norte do que os lugares que poderiamos ir facilmente de Sydney em qualquer outra ocasião.

Chegamos em Tweed Heads, Gold Coast por volta da 1 da manhã.

Dia 2

Acordamos cedo, céu nublado, dia feio. Muitos surfistas em Tweed Heads, proporcionalmente até mais que Bondi Beach em dia de Domingo. Demos uma volta pelas praias de Gold e acabamos parando em Snapp Rocks pra dar uma surfada já que o mar estava mais sussa e tinha menos gente. Batemos um café da manhã e caimos na água por umas 2 horas, até começar a chuva, e da-lhe chuva. Saimos da água, fomos dar uma volta em Surfers Paradise, almocamos uma feijoada bem no estilo brasileiro num restaurante chamado “Os Benditos Brasileiros”. Saudade da terrinha.

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Enfim, Surfers Paradise não tem nada de mais então resolvemos voltar pra estrada e seguir até Noosa Heads.

No meio do caminho visitamos a Glass House Mountains National Park, vista legal, porém com tanta nuvem e chuva não tinha nada de animador.

Ainda na estada você você passa pelo Australia Zoo, zoológico do famoso Steve Irwin. Como estava tarde resolvemos continuar viagem.

Em Noosa Heads, tomamos um banho, conhecemos alguns locais e fomos curtir a noite no Koala Bars Backpackers. Um albergue com um barzinho bem animado e frequentado por vários locais. Conhecemos muita gente fazendo a mesma viagem que a gente porém com muito mais tempo.

Como não bebi e estava bem tranquilo, o Arthur e o Luciano foram dormir e eu acabei resolvendo pegar a estrada sozinho, queriamos ir o máximo possível para poder aproveitar o norte.

E da-lhe chuva, dirigi por umas 3 horas e parei em Maryborough para descansar.

Dia 3

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Arthur acordou bem cedo e pegou a estrada, aproveitei que ele estava dirigindo para poder descansar mais um pouco.

Acordei estamso em Burrum Heads e paramos para tomar um café, no meio da cidade você acaba entrando em um National Park onde cangurus vagam livremente. Paramos para tirar umas fotos e o Arthur queria ver se pegava algum peixe na praia de Burrum Heads. Nada de peixe. Peixes 1 x 0 Arthur.

Passamos por Bundaberg, que é conhecida pelas fábricas de RUM. Na central de informação da cidade eles informaram que estava em temporada de tartaruga onde elas botam os ovos e tinham passeios para ver as tartaruguinhas nascendo e etc. Sem tempo total e querendo chegar logo em Airlie Beach resolvemos pular esse “programão”.

Fomos para Town of 1770 (Seventeen seventy). Ouvimos falar tanto desse lugar que eu estava até na expectativa do que iriamos encontrar. Lugar legal, pra relaxar, tranquilidade, e deve ser muito bonito com sol, mas infelizmente me decepcionei porque não encontrei nada de mais e para variar estava chuviscando e nublado. Já fazia 2 dias sem ver o sol. Arthur sugeriu ir pescar mias uma vez. Bom, eu poderia inventar mil histórias de pescador mas não vou mentir, Peixes 2 x 0 Arthur. Nada de peixes.

Horas depois decidimos continuar viagem e ir direto para Airlie Beach, mas muito cansado resolvi parar no meio do caminho para descansar e seguir viagem no outro dia.

Dia 4

Acordamos bem cedo para pegar a estrada. Paramos em Sarina para tomar um café e chegamos em Arlie Beach Whitsundays pouco antes da 1 hora. Infelizmente todas as atividades em Airlie Beach começam bem cedo, principalmente os mergulhos porque precisam de tempo para chegar nos lugares.

Fizemos um pequeno tour pela cidade e paramos em um estacionamento. Arthur resolveu ir pescar novamente e eu e Lucianos fomos para a Lagoon, uma piscina natural do lado da praia. As praias estavam com temporada de Jelly Fish (Água Viva) e não tinha como entrar no mar.

Enfim, Peixes 3 x 0 Arthur.

Encontramos o Arthur mais tarde e acabamos fazendo amizade com uma galerinha. Resolvemos ir para Cedar Falls, uma cachoeira não muito longe dali. Chegando lá nada de cachoeira mas bem legal o lugar. Aproveitamos para saltar de cima da cachoeira. Não sei dizer ao certo quantos metros mas é bem altinha.

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Baladinha light no Beaches backpacker e eu resolvi dormir bem cedo para poder mergulhar no outro dia.

Dia 5

Acordamos 6:30, tomamos um café rápido e pegamos a van para a marina de onde ia sair o navio da Cruise Whitsundays. Nessa viagem fui apenas eu e o Luciano. Arthur resolveu ir pescar.

Chegando lá minha decepção ao ver que estudante tinha um desconto (alias, um descontão, um mergulho grátis) se tivesse carteirinha de estudante. Infelizmente a mulher da agencia que eu bookei minha trip não mencionou nada e não tinha o que fazer =/. Prejuízo.

O Barco demora aproximadamente umas 3 horas para chegar na Great Barrier Reef, para em 2 ilhas no camiho e você se sente praticamente no meio do nada. No pacote incluia café, almoço e chá da tarde.

Chegando lá resolvi fazer um passeio de helicóptero em cima da barreira de corais, aproveitei a oportunidade porque sempre tive vontade de andar de helicóptero. Não tenho como explicar como é a vista lá de cima, é simplesmente DEMAIS. As fotos podem mostrar um pouquinho mas a sensação de estar ali em cima olhando para todas essa maravilha que Deus criou é simplesmente algo emocionante. O Passeio durou só 10 minutos mas foram os 10 minutos mais sensacionais da minha vida.

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Depois que descemos do passeio fomos mergulhar. O Luciano fez o curso introdutório e eu fui mergulhar com outro grupo já que eu tinha meu certificado PADI.

Visibilidade de 13m, água clara, vários tipos de peixes e deu até para achar tubarão. Claro que não podia faltar o nemo, que vive infurnado dentro das anemonas exatamente como mostra o filme.

Várias pessoas que eu vejo orkut tem uma foto com um peixe imenso do qual eles carinhosamente apelidaram de Wally. Infelizmente quando eu mergulhei não achamos esse peixe. Só fui encontrar ele quando estava fazendo snorqueling em volta do barco. Tentei de todas as formas alcança-lo mas infelizmente ele tava numa profundidade muito grande.

Depois demos uma volta em volta da barriera de corais onde você pode ver debaixo d’água por meio de um vidro debaixo do barco.

Voltamos por volta das 6 horas e ficamos relaxando na Lagoon, a piscina natural. Encontramos com o Arthur e adivinha… Peixes 4 x 0 Arthur. :)

Tomamos um banho e fomos comer um peixe num restaurante de frutos do mar. Eu e o Arthur comemos um Barramundi, um peixe bem gostoso.

Era hora de pegar a estrada novamente em direção a Cairns. Cansado do dia que tivemos resolvemos dormir em Townsville.

Dia 6

Pegamos estrada bem cedo porque tínhamos que entregar a campervan até a 1 hora da tarde e ainda tínhamos que limpar ela por dentro. Chegamos em cima da hora, limpamos, entregamos e seguimos para um backpacker chamado Gilligan’s Backpackers. A estrutura do backpacker é impressionante, tem exatamente TUDO que você precisa, cozinha, lavanderia, piscina e até uma balada. E barato, $25 dolares cada num quarto pra 4 pessoas com banheiro dentro do quarto.

Em cairns tem muita coisa para fazer, o lugar é bem legal e cheio de backpackers. Várias atividades baratas, como curso de mergulho, bungee jump, rafting, skydive. Eu até pensei em fazer o bungee jump mas já tinha gastado demias e resolvi da uma segurada.

Ficamos numa piscina natural que tem perto da praia assim como Airlie Beach.

A noite fomos na balada do backpacker onde aos domingos acontece o concurso de camiseta molhada. E haja água. Mulherada fica louca, vale a pena demias.

Em Arlie Beach sugeriram para gente ir numa balada chamada The Woolshed. Diz a lenda que o povo lá fica pelado, literalmente pelado sem nenhuma peça de roupa. Infelizmente descobrimos que esse tipo de loucura só acontecem nas segundas e terças quando elegem o Mr e a Mrs Backpacker. :P

Dia 7

As 5 da manhã fomos para o aeroporto e pegamos o voo de volta para Sydney.

No fim foram 3.250 km ao todo, muita estrada e pouco descanso.

Valeu a pena mas com certeza me planejaria melhor.

Vivendo e aprendendo. O Importante é que os momentos que eu vivi nesta viagem vão ficar para sempre na minha lembrança.

É isso ai! :)

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